Municípios da região reduzem índices de mortalidade infantil
Embora não estejam concluídas as estatísticas sobre mortalidade infantil no Paraná de 2009, alguns municípios da região têm apresentado queda nos índices no primeiro semestre. Boa Ventura de São Roque, Campina do Simão, Foz do Jordão, Laranjeiras do Sul, Prudentópolis e Rio Bonito do Iguaçu não registraram óbitos de menores de 1 ano em 2009.
Os números são baseados em estatísticas fornecidas pelo DataSus (Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde) do Ministério da Saúde e da Sesa (Secretaria Estadual de Saúde). De 18 municípios pesquisados da região Central, 11 apresentam queda no coeficiente de mortalidade infantil, que aponta o número de mortes a cada 1.000 crianças nascidas vivas.
Com maior população na região Central, Guarapuava apresenta queda nos índices depois de um aumento entre 2006 e 2008. Em 2006, para cada 1.000 crianças nascidas, houve 14 óbitos de crianças menores de 1 ano. Em 2007, o número subiu para 15 e, em 2008, para 19. Agora, caiu para 17 no primeiro semestre.
A OMS (Organização Mundial de Saúde) quer que a mortalidade infantil seja reduzida em dois terços em todo o mundo no período entre 1990 e 2015. A meta faz parte dos ODMs (Objetivos de Desenvolvimento do Milênio). Para Guarapuava, a redução deve ser de 11,95 óbitos a cada 1.000 crianças nascidas dentro de cinco anos. O município reduziu a mortalidade infantil em 52% nos últimos 19 anos. Em 1990, a taxa era de 35 óbitos de menores de 1 ano para cada 1.000 crianças nascidas vivas.
Fonte: Diário de Guarapuava
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Mulheres teriam menos filhos se pudessem optar, diz ONU
Nações Unidas, 1 abr (EFE).- As mulheres costumam escolher ter menos filhos se têm a possibilidade e os meios para optar, algo que muitas mães dos países menos desenvolvidos do mundo não têm, e que independe de culturas ou religiões, disseram hoje especialistas reunidos nas Nações Unidas.
"Quando uma pessoa ou um casal recebe a possibilidade e os meios para decidir quantos filhos quer ter, normalmente decide ter menos que o habitual", afirmou em entrevista coletiva a diretora da Divisão de População do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais (Desa) da ONU, Hania Zlotnik.
A mexicana participa, junto a outros especialistas, na reunião mantida nestes dias pela Comissão para a População e Desenvolvimento das Nações Unidas.
"A falta de acesso a programas de planejamento familiar e métodos modernos contraceptivos são a principal causa da persistência de uma alta taxa de fertilidade", acrescentou Zlotnik.
Nesse mesmo sentido se pronunciou Jean-Pierre Guengant, do Instituto de Investigação para o Desenvolvimento de Burkina Fasso, que explicou que a decisão pessoal de reduzir o número de filhos é independente de fatores culturais e religiosos.
O professor da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, David Canning, ressaltou que o rápido crescimento da população derivado, em parte, de uma alta fertilidade - além das migrações e da diminuição da mortalidade -, representa uma barreira para reduzir o nível de pobreza em um país.
"Diminuir a população através da queda da taxa de natalidade, em vez de através do aumento da mortalidade ou da restrição da imigração, é benéfico para a economia", explicou Canning.
Ele destacou que "a baixa natalidade aumenta a proporção de pessoas que estão em idade de trabalhar, graças à incorporação da mão-de-obra feminina, especialmente nas áreas urbanas dos países em desenvolvimento", o que, por sua vez, favorece o crescimento econômico. EFE
Nações Unidas, 1 abr (EFE).- As mulheres costumam escolher ter menos filhos se têm a possibilidade e os meios para optar, algo que muitas mães dos países menos desenvolvidos do mundo não têm, e que independe de culturas ou religiões, disseram hoje especialistas reunidos nas Nações Unidas.
"Quando uma pessoa ou um casal recebe a possibilidade e os meios para decidir quantos filhos quer ter, normalmente decide ter menos que o habitual", afirmou em entrevista coletiva a diretora da Divisão de População do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais (Desa) da ONU, Hania Zlotnik.
A mexicana participa, junto a outros especialistas, na reunião mantida nestes dias pela Comissão para a População e Desenvolvimento das Nações Unidas.
"A falta de acesso a programas de planejamento familiar e métodos modernos contraceptivos são a principal causa da persistência de uma alta taxa de fertilidade", acrescentou Zlotnik.
Nesse mesmo sentido se pronunciou Jean-Pierre Guengant, do Instituto de Investigação para o Desenvolvimento de Burkina Fasso, que explicou que a decisão pessoal de reduzir o número de filhos é independente de fatores culturais e religiosos.
O professor da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, David Canning, ressaltou que o rápido crescimento da população derivado, em parte, de uma alta fertilidade - além das migrações e da diminuição da mortalidade -, representa uma barreira para reduzir o nível de pobreza em um país.
"Diminuir a população através da queda da taxa de natalidade, em vez de através do aumento da mortalidade ou da restrição da imigração, é benéfico para a economia", explicou Canning.
Ele destacou que "a baixa natalidade aumenta a proporção de pessoas que estão em idade de trabalhar, graças à incorporação da mão-de-obra feminina, especialmente nas áreas urbanas dos países em desenvolvimento", o que, por sua vez, favorece o crescimento econômico. EFE
quarta-feira, 11 de março de 2009
EVENTO: 10 ANOS do PROGRAMA MÃE CURITIBANA
DATA: 11.03.2009 – quarta-feira
HORÁRIO: 15hs
LOCAL: FIEP - Rua Comendador Franco, 1341, Jardim Botânico
Este é um evento de comemoração dos 10 ANOS do PROGRAMA MÃE CURITIBANA..
O Programa Mãe Curitibana foi implantado em 1999 com o objetivo de humanizar e melhorar a qualidade do atendimento das gestantes e recém-nascidos de Curitiba e reduzir a morbimortalidade materno-infantil.
Com o apoio das diversas parcerias, incluindo as maternidades e sociedades científicas, as ações desenvolvidas pelo Programa levaram a importantes avanços na atenção ao pré-natal, parto e puerpério fazendo com que Curitiba chegasse em 2008 num coeficiente de mortalidade infantil de 9,8, índice atingido pela primeira vez na história de Curitiba.
Hoje será lançada uma nova ação do Programa: o ”Pai Presente no Pré-natal”, valorizando a participação do pai curitibano no acompanhamento da gestante durante o pré-natal e no crescimento e desenvolvimento do seu filho.
DATA: 11.03.2009 – quarta-feira
HORÁRIO: 15hs
LOCAL: FIEP - Rua Comendador Franco, 1341, Jardim Botânico
Este é um evento de comemoração dos 10 ANOS do PROGRAMA MÃE CURITIBANA..
O Programa Mãe Curitibana foi implantado em 1999 com o objetivo de humanizar e melhorar a qualidade do atendimento das gestantes e recém-nascidos de Curitiba e reduzir a morbimortalidade materno-infantil.
Com o apoio das diversas parcerias, incluindo as maternidades e sociedades científicas, as ações desenvolvidas pelo Programa levaram a importantes avanços na atenção ao pré-natal, parto e puerpério fazendo com que Curitiba chegasse em 2008 num coeficiente de mortalidade infantil de 9,8, índice atingido pela primeira vez na história de Curitiba.
Hoje será lançada uma nova ação do Programa: o ”Pai Presente no Pré-natal”, valorizando a participação do pai curitibano no acompanhamento da gestante durante o pré-natal e no crescimento e desenvolvimento do seu filho.
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